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Décio Sá
Em SLZ, 55% rejeitam governo Jackson Lago
Pesquisa Escutec publicada na edição deste domingo em O Estado do Maranhão (6) mostra que 55% da população de São Luís desaprova o governo Jackson Lago (PDT), três vezes prefeito da capital. A pesquisa ouviu 418 pessoas entre terça-feira e quinta-feira da semana passada.
O Escutec quis saber o que a população achou da visita do ditador venezuelano Hugo Chávez à capital: para 52,2% foi inútil. Os entrevistados também classificaram Chávez como trapalhão (38,3%), desagregador (25,8%), bom parceiro (15,8%) e um líder a ser seguido (8,1%). Abaixo os principais números da pesquisa.
Você aprova ou desaprova o governo Jackson?
Desaprovo - 55% Aprovo - 38,3% NS/NR- 6,7%
O que você achou da visita que Hugo Chávez fez a São Luís?
Inútil- 52,2% Proveitosa-38,8% NS/NR- 9,1%
Você acredita que os protocolos de intenções assinados entre Jackson e Chávez vão resultar em benefícios para a população?
Não acredito - 61,7% Acredito - 31,3% NS/NR - 6,9%
Escrito por Décio Sá às 06/04/08
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A separação de Tadeu e Tati Palácio Ainda no Carnaval o blog trouxe informação que quase ninguém quis acreditar à época: o prefeito Tadeu Palácio (PDT) estava separado da mulher, a secretária Tati Palácio (Planejamento). Curtia o Carnaval em Penalva com a vice-prefeita daquele município Gardênia Pereira Pinto.
Aos poucos, Tadeu foi tornado o namoro público. Começou a circular pela cidade com a namorada. A coluna PH de ontem trouxe a confirmação oficial: o primeiro casal de São Luís oficializou o divórcio de forma amigável.
O casal tem três filhos e três netos. Tati continuará secretária do ex-marido. Separada, a secretária já está de namorado novo. Está circulando em festas reservadas com um homem de aproximadamente 40 anos.
Como se vê, o casal Palácio parece ter superado os traumas da separação.
Escrito por Décio Sá às 06/04/08
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Deu na ISTOÉPorto da FAMÍLIA*Ex-governador do Maranhão, João Castelo faz do Porto de Itaqui cabide de emprego para familiares e aliados políticosPor Sérgio Pardellas Da ISTOÉ
Administrado pelo ex-governador e atual presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), João Castelo Ribeiro (PSDB), desde janeiro de 2007, o Porto de Itaqui, no Maranhão, transformou-se num empreendimento familiar palco de um festival de irregularidades patrocinadas com dinheiro público.
A farra em Itaqui – que integra o segundo maior complexo portuário do País – é escancarada: vai da nomeação de parentes de Castelo, do governador Jackson Lago e de afilhados políticos, todos com salários altíssimos, até a contratação irregular de uma empresa de segurança privada do primo do ex-governador.
ISTOÉ teve acesso à folha salarial da Emap com o nome de 97 funcionários que ocupam cargos comissionados no Porto. O documento mostra como Castelo vem privilegiando parentes e aliados com cargos de altos salários. Do total, pelo menos 33 servidores têm algum grau de parentesco com Castelo, Lago e aliados. A folha registra um pagamento mensal de cerca de R$ 900 mil aos comissionados, dos quais R$ 300 mil vão parar nas mãos do grupo de parentes.
Os salários variam entre R$ 7 mil e R$ 13 mil, este maior do que a remuneração de ministro de Estado e equivalente ao de presidente da República. No documento, podem ser identificados como parentes ou apadrinhados de Castelo sua filha Gardênia Maria Santos Ribeiro (R$ 11.462,76), os primos Raimundo Nonato Castelo Cordeiro (R$ 7.051,49) e João Rodolfo Ribeiro Gonçalves (R$ 13.651,59) e os filhos de primos de Castelo José Roberto Duarte Nunes (R$ 11.462,76), Ricardo José Cordeiro de Medeiros (R$ 7.051,49), Leonardo Machado Ribeiro (R$ 7.051,49) e Cláudio Castelo de Carvalho (R$ 7.051,49) e até o filho do ex-chefe de gabinete de Castelo, Patrick Abdalla Britto (R$ 7.051,49). Também figura na lista o advogado de Castelo nas últimas eleições, Celso Correa Pinho (R$ 11 mil).  A folha salarial revela ainda que, indicado ao cargo de presidente da Emap pelo governador Jackson Lago, Castelo não faltou ao amigo na hora de retribuir com cargos e postos de direção a seus parentes no organograma do Porto de Itaqui.
Entre os familiares do governador, consta do documento o nome de seu irmão, o diretor administrativo-financeiro do órgão, Antonio Carlos Lago (salário não informado) e do sobrinho de Aderson Lago, primo do governador e chefe da Casa Civil, Gustavo Henrique Jorge Lago (R$ 11.462,76).
Houve ainda espaço para empregar também, com vencimentos de R$ 11 mil mensais, um dos filhos do ex-secretário de Castelo e atual pró-reitor de administração da Universidade Estadual do Maranhão, Celso Lago, Celso Antonio Lago Beckman. Aliado e fiel escudeiro de Jackson e Castelo, o ex-governador José Reinaldo Tavares também não deixou de ser contemplado no Porto de Itaqui. O documento mostra que estão empregadas no órgão suas sobrinhas Alessandra Maria Tavares Nahuz (R$ 12.316,11) e Cristiane Maria Tavares (R$ 2.700).
Procurado por ISTOÉ, Castelo disse que o vazamento da folha de pagamento “foi motivado pela contrariedade de alguns parentes ou apadrinhados da família Sarney e de aliados que foram exonerados de cargos de confiança”. Segundo o presidente da Emap, “a nomeação de João Rodolfo (de fato meu primo), assim como a do próprio presidente da empresa e dos demais diretores, é ato de direito exclusivo do governador Jackson Lago”.
Para Castelo, “o clã Sarney vem tentando, sem sucesso, retomar o poder no tapetão por meio de um processo fajuto que visa à cassação do governador Jackson Lago”. A briga dos aliados de Jackson Lago e do ex-governador José Reinaldo Tavares com a família Sarney é mais do que notória no Estado.
Escrito por Décio Sá às 05/04/08
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Deu na Veja Lula garante a Sarney refinaria no Maranhão
Da coluna Radar, da revista Veja, que está nas bancas:
De Lula para Sarney Lula decidiu fazer um afago a mais em José Sarney. A pedido de Lula, a Petrobras fará uma refinaria no Maranhão – e um pedido de presidente é mais que um pedido. Ao contrário do que ocorre em Pernambuco, a refinaria será feita sem parceria com Hugo Chávez, em quem Sarney anda batendo acertadamente nos últimos tempos.
Ricardo solicita documentos ao MP
O deputado Ricardo Murad (PMDB) informou ao blog que solicitou ao procurador-geral de Justiça, Francisco das Chagas Barros, informações sobre situação do prédio das Promotorias da Capital, cujo forro desabou.
Em requerimento, o deputado solicita do procurador-geral laudo pericial sobre os danos no prédio, processo administrativo que resultou na obras de recuperação do local, e cópia do processo licitatório da construção da sede das promotorias.
Ricardo disse que assim que tiver de posse dessas informações vai fazer um pronunciamento sobre o assunto na Assembléia. "Foi um grande prejuízo ao erário que precisa ser esclarecido", afirmou.
Escrito por Décio Sá às 05/04/08
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Raimundo Nonato esclarece
O ex-procurador-geral de justiça Raimundo Nonato de Carvalho Filho ligou agora há pouco para o blog para esclarecer post abaixo sobre a situação caótica do prédio-sede das promotorias da capital.
Disse que apenas concluiu a obra já no final de sua gestão à frente da Procuradoira Geral de Justiça. "Eu apenas concluir a obra. Se existe problema não foi meu (na minha administração)", declarou.
Segundo Raimundo Nonato, o problema do prédio é manutenção. Ele disse que após deixar o comando da instituição "não foi metido um prego" na construção, causa provável de seu deterioramento.
Raimundo Nonato afirmou ter construído sua carreira com honradez e probidade. Ele disse que esse tipo notícia surge justamente no momento em que se avizinha a eleição para procurador-geral de justiça.
O ex-procurador-geral contou ter conversado com "o Dr. Nacor que negou ter passado informações" ao blog. "Eu vou mandar apurar tudo isso", afirmou
Comentário meu: Em nenhum momento o blog atentou contra a honra do ex-procurador-geral Raimundo Nonato. Apenas questionou que um assunto tão sério quando a situação caótica do prédio do órgão, no qual foram investidos milhões do contribuinte, tenha ficado tanto tempo sem uma solução.
É natural que informações sobre os bastidores da instituição surjam justamente em períodos eleitorais. Se o Ministério Público tivesse tratado o assunto publicamente no passado, não era necessário que o caso viesse à tona às vésperas das eleições.
Da mesma maneira que o MP proteje suas testemunhas, o jornalista também tem o direito constitucional de proteger suas fontes.
Escrito por Décio Sá às 05/04/08
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A história mal contada do prédio do MP Acostumado a cobrar transparência de todo mundo, o Ministério Público do Maranhão passa por uma saia-justa às vésperas da eleição de procurador-geral, a ser realizada em 12 de maio.
O prédio das Promotorias de Justiça da Capital está condenado. O teto (forro) desabou (fotos) e os promotores foram autorizados a trabalhar em casa. Para contornar a situação, a direção do órgão alugou o Garden Shopping Lusitana (Cohama). Segundo uma fonte do MP, o aluguel custa mais de R$ 40 mil por mês.
O problema é que em 2002, o então diretor das promotorias da capital, Dr. Nacor, reuniu elementos de prova que demonstravam a situação caótica do prédio e instaurou procedimento para apurar o caso pedindo ao procurador-geral da época, Raimundo Nonato de Carvalho Filho, providências.
Ele submeteu a denúncia ao Colégio de Procuradores, que mandou o caso para o arquivo. De lá pra cá já passaram pela procuradoria, além de Raimundo Nonato por duas gestões, Suvamy Vivekananda Meirelles e agora Francisco das Chagas Barros.
Agora, véspera das eleições e no final de sua gestão, Francisco Barros mandou reabrir a investigação. O problema é que ninguém consegue ter acesso aos laudos do Crea sobre a obra.
Possivelmente para evitar transformar esse em fato em mote contra sua campanha à reeleição, o procurador-geral anunciou que não vai participar do debate com os colegas no auditório da OAB, a partir das 9h deste sábado. Vai perder uma grande oportunidade para esclarecer essa história.
Confirmaram participação no evento os candidatos Eduardo Nicolau, Gladston Araújo, Fátima Travassos, José Osmar e Luiz Gonzaga.
Escrito por Décio Sá às 04/04/08
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Delegado maranhense faz história na PF Foto: Paulo Soares/O Estado do Maranhão O delegado da Polícia Federal (PF) do Maranhão Pedro Meireles Lopes (foto), de apenas 26 anos, começa a deixar seu nome marcado na história da instituição. No ano passado, ele comandou a Operação Galácticos, que prendeu 72 hackers em Imperatriz. Foi a maior ação da PF em uma só cidade contra piratas de computador do país.
Em dezembro, ele esteve à frente da Operação Rapina quando foram presas 118 pessoas no Maranhão e Piauí. A quadrilha, que agia há 26 anos, desviou aproximadamente R$ 1 bilhão dos cofres públicos. Foi de novo a maior operação do órgão contra a corrupção no Brasil.
Hoje o delegado recebeu outra notícia que encheu a família da PF maranhense de orgulho: o TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região (Brasília) homologou todos os 13 flagrantes feitos por sua equipe na Macedo Assessoria Contábil durante a Operação Rapina 2.
É a primeira vez que esse fato acontece no país e significa dizer que será mais difícil os acusados conseguirem habeas-corpus. É a PF do Maranhão também fazendo história.
Escrito por Décio Sá às 04/04/08
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